sábado, 31 de dezembro de 2011

"JOE SATRIANI" PARTE #01

Joe Satriani, cujo nome verdadeiro é Joseph, tocava bateria. Satriani foi professor de alguns guitarristas famosos em todo o mundo, tais como: Alex Skolnick, Kirk Hammet e Steve Vai. Teve também uma relação curiosa com Steve Vai sendo que Satriani ensinou Steve a colocar cordas em uma ponte de guitarra modelo Floyd Rose. Em 1984 Satriani gravou um EP com o seu próprio nome contendo 5 músicas em que havia apenas guitarras. Steve Vai, seu amigo e ex-aluno, consegue para Joe um contrato com a Relativity Records, e na mesma época lança seu primeiro álbum: "Not of This Earth". A sua fama porém veio com o disco "Surfing with the Alien". Álbum que lhe rendeu milhões de vendas ao redor do mundo e sua primeira indicação ao Grammy.
Em dezembro de 1993, após a saída de Ritchie Blackmore do Deep Purple, ele juntou-se à banda e participou da turnê internacional pelo Japão. Com o sucesso dos shows, Satriani foi convidado pelos demais integrantes para permanecer como membro efetivo dela, mas declinou, mais preocupado com sua carreira solo e com o contrato para um multi-álbum assinado com a Sony. Mas antes disso, ainda chegou a participar da turnê européia como guitarrista da banda em 1994, fazendo seu último show em julho, na Áustria. Após este concerto, Satriani deixou o Purple e o lugar para Steve Morse, que seria o guitarrista até os dias de hoje.[1]
Em 1996, criou junto com Steve Vai a turnê G3, na qual participa todos os anos desde então ao lado de outros grandes guitarristas virtuosos, como Michael Schenker, Neal Schon, Eric Johnson, Andy Timmons, Robert Fripp, Paul Gilbert, John Petrucci, Kenny Wayne Shepherd, Leslie West, Françuar, Yngwie Malmsteen. gravando cds e Dvds de algumas apresentações. Joe conseguiu, num mundo dominado pelo pop, ser um dos guitarristas mais bem sucedidos no rock instrumental dos últimos tempos, vendendo milhões de álbuns, esgotando regularmente a lotação nos seus concertos.
Em 2008, Satriani e o grupo Coldplay tiveram um certo desentendimento devido a trechos da música "Viva La Vida" semelhantes a "If I Could Fly", de Satriani.
Em 2009 Joe gravou um CD com o supergrupo Chickenfoot juntamente com Sammy Hagar (ex-Van Halen e Montrose), o baixista Michael Anthony (também ex-Van Halen)e o baterista Chad Smith (Red Hot Chili Peppers).
Atualmente Joe lançou em 5 de Outubro de 2010 seu 13º Álbum chamado Black Swans and Wormhole Wizards.

UM ABRAÇO A TODOS

NOS VEMOS EM 2012
COM MUITA SAUDE E PAZ

E BONS SONS, FELIZ 2012!!!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011


 MINHA CONTRIBUIÇÃO HOJE FICA POR CONTA DO GENIO DA TÉCNICA TWO HANDS(TAPPING) SENHORA E SENHORES MR. "STANLEY JORDAN"


Stanley Jordan (n. Chicago 31 de Julho de 1959) é um guitarrista e pianista americano de jazz/jazz fusion. Aclamado como um dos guitarristas que fizeram grandes contribuições técnicas e musicais para o instrumento, principalmente na técnica de tapping, Stanley Jordan já se consolidou no Hall dos músicos mais significativos de sua área. Possui, também, bacharelado em composição de musica digital pela Universidade de Princeton.
Stanley Jordan iniciou sua carreira musical aos 6 anos de idade estudando piano.Porém, aos onze anos, iniciou os estudos de guitarra, seu principal instrumento até hoje. Mais tarde, começou a tocar em grupos de rock e soul. Em 1976, recebeu um prêmio no Reno Jazz Festival, Nevada. Se apresentou, também, em muitos outros festivais, entre eles: Kool Jazz Festival (1984), Concord Jazz Festival (1985), e também no Montreux International Jazz Festival (1985). Durante a década de 1980 se apresentou juntamente a Quincy Jones, Michal Urbaniak, e Richie Cole.
A carreira de Stanley Jordan tem fatos tão pitorescos quanto sua técnica. Mesmo formado em teoria musical e composição da Universidade de Princeton, ele escolheu viver a experiência de músico de rua, tocando em Nova York, Filadélfia e várias cidades no Meio Oeste e no Sul do Estados Unidos. A opção, ao contrário de outros casos, deu-lhe notoriedade. Afinal, os comentários davam conta de "um guitarrista incrível que tocava por alguns cents".
Atraído pela novidade, o executivo Bruce Lundvall, então no selo Elektra Music, o procurou para uma audição e, impressionado, convidou o artista para gravar. Stanley Jordan recusou - acreditava que não estava pronto e queria se dedicar à música com a mesma intensidade com que se dedicava à família.
Um ano e meio depois, Lundvall - já na recém-reativada Blue Note Records - voltou à carga e Stanley Jordan se tornou, então, o primeiro artista da nova fase do lendário selo. O álbum que se seguiu, Magic Touch (1985), foi primeiro lugar no quadro de jazz da revista Billboard por 51 semanas e rendeu a Stanley Jordan duas indicações para o Grammy e Disco de Ouro certificado nos EUA e Japão.
Oferecendo uma síntese inteligente e sensível de estilos de jazz, Magic Touch tocou fundo o público em geral. Sua versão de "The Lady in My Life", de Michael Jackson, é considerada um padrão definitivo para o gênero conhecido como jazz contemporâneo.
Em 1990, ele lançou o álbum Cornucopia. Extremamente aplaudido e também indicado para o Grammy, Cornucopia não deixou nenhuma dúvida: Stanley Jordan continuava a crescer musicalmente. Jordan, em seguida, se mudou para a gravadora Arista e, em 1994, lançou Bolero. O disco inclui uma versão groove-orientada de Bolero de Ravel.
Na atual fase, que inclui o Brasil como roteiro obrigatório de turnês, Stanley Jordan tem feito seguidas apresentações com uma banda formada por músicos brasileiros do mais alto calibre. Com Ivan "Mamão" Conti na bateria, integrante do lendário grupo Azymuth, e o talentoso baixista mineiro Dudu Lima no baixo acústico, elétrico de 4, 5 e 6 cordas e fretless, o guitarrista alcançou um entrosamento e uma química quase mágicas.
Interpretando clássicos da música brasileira e da bossa nova, além dos standards do jazz e músicas próprias, o trio acabou desenvolvendo um trabalho de altíssima qualidade que já foi comprovado em mais de 40 shows no País, o que resultou em sessões de gravação que podem render um trabalho futuro já bastante aguardado.


OBS: certa vez o mesmo esteve em turnê no Brasil, em uma casa de show no Rio de Janeiro precisamente chamado por lona cultural  ELZA OSBORN em Campo Grande, a casa estava vazia por desconhecer quem realmente ele era... Rs!!! coisas da vida

UM GRANDE ABRAÇO

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

GEORGE BENSON

dispensa comentarios quando esse cara entra em cena com sua guitarra semi acustica
dono de uma tecnica formidavel Benson pode comover qualquer um.
alem de um grande guitarrista, George Benson sabe compor e por sinal muito bem, canções bastante conhecidas como " in your eyes" que ja foram interpretadas por Alexandre Pires aqui no Brasil.

  UM GRANDE ABRAÇO A TODOS
Aprendendo a Liderar Adoração - 1ª Parte
Por Brent Helming - Vineyard Music

Aqueles que estão começando a maravilhosa jornada de líderes de adoração provavelmente já descobriram que isto envolve muito mais do que simplesmente levar as pessoas a cantarem algumas canções. Eu me lembro de como me senti sobrecarregado durante o primeiro ano em que liderei adoração. Eu me perguntei muitas destas questões. Como posso efetivamente ajuntar as pessoas como um corpo no inicio? Como posso facilitar a liberação dos dons no momento apropriado, as orações e respostas do povo? É possível liderar uma adoração cheia do Espírito sem fazer com que os visitantes ou novos convertidos sintam-se excluídos? Eu gostaria de saber como formar uma equipe de louvor. Como líderes de adoração, nós precisamos fazer, e recebermos as respostas para estas perguntas. Vamos considerá-las uma de cada vez.
Como os líderes podem transformar as pessoas em um corpo no início da adoração?
A princípio pode parecer uma pergunta sem importância. No entanto, tenho percebido que uma "convocação para adoração" é altamente significante na determinação do caminhar que leva a um tempo de adoração poderoso, relevante e ungido.
É importante que tenhamos em mente as palavras de Isaías, "este povo se aproxima de mim e com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim". Neste versículo, Isaías está nos lembrando que a adoração não é meramente a atividade física de cantar uma canção, mas que envolve nossos corações, mentes, corpos, emoções e desejos. Esta admoestação é exatamente o que chamamos, e o que define a "convocação para a adoração".
Como líder de louvor, você entende que sua preparação para a adoração começa muito antes do toque do primeiro acorde na primeira canção da ministração. Começa quando você chega à igreja várias horas antes do início do culto e passa um tempo em oração, ensaio e adoração com sua equipe de louvor (se você ainda não está fazendo isto, então eu recomendo que é muito importante que você comece).
Infelizmente, minha experiência tem me ensinado que a maioria da congregação não teve a oportunidade de colocar o foco de seus corações em Deus, antes de entrarem pelas portas da igreja e encontrarem seus assentos. Muitos deles estão apenas felizes por terem conseguido chegar a igreja sem matar um dos filhos (ou cônjuges!) durante a confusão de preparar todos para irem a igreja. Por isto, uma significativa "convocação para adoração" torna-se apropriada e necessária.
Não há uma receita santa para liderar esta convocação para a adoração. A chave é ajudar as pessoas a diminuir o rítimo, deixarem as distrações do dia para trás (ou mesmo da semana) e voltarem a atenção para Deus. Aqui estão várias formas diferentes que tenho usado para começar o período de adoração:
1) Eu normalmente começo com uma saudação amigável, como por exemplo, "Bom dia a todos! Vamos terminar rapidamente este último cafezinho (nós sempre temos café disponível na igreja) e achar um lugar para nos sentarmos." Peço que todos se levantem e começamos com uma oração.
Algo mais ou menos assim: "Pai celestial, nós olhamos para Você nesta manhã gloriosa e pedimos que Você venha rapidamente encher este lugar com a Sua presença. Pai, nós te convidamos para estar conosco nesta manhã. Nós não queremos somente cantar canções ou ouvir mais um sermão ou termos mais uma reunião. Mas Senhor nós queremos ter um encontro contigo neste dia. Pai queremos deixar de lado toda distração e impedimentos que possam nos separa de você. Nós estamos aqui para te adorar. Estamos aqui para te dar toda a glória e honra e louvores."
Terminada a oração eu os encorajo a pararem por alguns instantes (de forma silenciosa) e "acertar as coisas com Deus." Neste pequeno intervalo, minha expectativa é que eles estejam orando conforme eu pedi. Depois disso eu dou o sinal para a banda e começamos a primeira canção programada.
2) Não há uma forma estabelecida para começar com as musicas escolhidas, devemos os depender muito da direção que Deus estiver mostrando. Eu normalmente começo com canções mais animadas como, The Lord Almight Reigns, Give Him Praise ou Jesus Lead on. Mas me lembro de muitas ocasiões quando senti realmente Deus movendo-se de forma especial entre a congregação então eu começo com canções que enfatizam mais a intimidade como, Let Your Glory Fall, You Are Worthy of My Praise, Who Is Like Our God? Ou We Exalt You.
3) Outra forma de começar a reunião ou culto é que a banda toque uma música que já contém esta convocação para a adoração. Boas canções que funcionam desta forma são, Will You Worship?, We welcome You, Come and Fill This Place e Meet Us.
4) Ainda outra forma de se começar, é que a banda comece tocando de forma suave e então ler uma porção da Palavra como sendo esta convocação para a adoração. Isto funciona de forma ainda mais efetiva quando o Senhor já colocou em seu coração, ou em um dos pastores um texto ou tema específico (por exemplo, uma passagem que fale sobre cura, pureza, santidade, gratidão, a fidelidade de Deus e assim por diante...).
Como os Líderes de Louvor podem facilitar a liberação dos dons, orações e respostas apropriadas das pessoas?
A palavra chave nesta questão é "apropriadas". Cada igreja tem seu próprio estilo de adoração. Este estilo inclui um conjunto de restrições e permissões. Qualquer estilo é o resultado da combinação de vários fatores: a visão do pastor chefe, a tradição da denominação, a média de idade da congregação e o sopro do Espírito naquele momento específico da história da igreja (um mover de santidade, evangelismo, renovo, assim por diante...). Como líder de louvor, é o seu trabalho conhecer o estilo da igreja e entender os limites que formam este estilo.
O que vou mostrar a seguir são exemplos de perguntas que os líderes de louvor deveriam fazer aos seus pastores.
1. O que devo fazer se alguém tiver uma palavra profética ou um texto para compartilhar durante a adoração?
2. Em quais reuniões da igreja isto seria apropriado? Quando não seria?
3. E sobre dança durante a adoração? Existe alguma diretriz estabelecida para a congregação?
4. É apropriado termos períodos de ministração durante a adoração? Se for, como deveria ser feito?
Cultos ou reuniões diferentes terão uma organização e ênfase diferentes. Por isto, os parâmetros do que é apropriado vão variar (culto matinal de domingo vs. culto no domingo a noite, ou uma reunião de oração vs. Um culto evangelístico). Tendo discutido estas coisas com seu pastor você estará muitos quilômetros a frente no entendimento de como facilitar a expressão dos dons, orações e respostas. Outra chave para entendermos como facilitar o uso dos dons em adoração é ter um coração pastoral. O que quero dizer é que o líder de louvor deve estar sensível as necessidade espirituais do povo. Muito freqüentemente, os líderes de louvor ficam animados e fazem a escolha das músicas pelos lançamentos mais quentes, ou baseados nas canções de sua própria preferência, ao invés de colocar a necessidade da congregação em primeiro lugar. O que vou dizer a seguir, são três maneira de ajudar a você manter sua atenção na necessidade do povo:
1. Passe um tempo em oração pedindo a Deus um entendimento específico das necessidades do povo e Suas direções para a ministração. Eu ainda não experimentei um dia que Deus não respondesse minha simples oração pedindo direção.
2. Converse com a congregação. Eu normalmente faço isto através de buscar conhecer muitas pessoas. É incrível o nível de entendimento que Deus vai te dar par o louvor congregacional e expressão de Seus dons quando você construir relacionamentos com as pessoas e ajudar a pastoreá-las.
3. Pergunte ao seu pastor e equipe de liderança se eles têm alguma direção específica do Senhor. Como líder de louvor você é parte de uma equipe. O pastor é o capitão enquanto o líder de louvor e outros líderes chave dentro da igreja formam o time principal. No entanto faz muito sentido perguntar ao capitão qual é o plano de jogo. Outra boa razão para perguntar a opinião de outros líderes é que eles podem lhe ajudar a ver a igreja de forma mais ampla e manter o louvor conectado com outros elementos da reunião ou culto.
Como os líderes de louvor podem liderar uma adoração cheia do Espírito sem que os visitantes ou novos convertidos sintam-se excluídos?
O coração desta pergunta nos leva a um debate, se é possível alguém lideram um período de adoração ungido, cheio do Espírito e ainda assim atrair visitantes ou mesmo não convertidos. Independentemente do que você pensa sobre este assunto, eu sei de uma coisa com certeza. Tanto os que nós classificamos como "sedentos" (aqueles que estão buscando algo) ou "visitantes", desejam conhecer a verdade e experimentar o Deus vivo e verdadeiro. A pergunta que eles estão fazendo é: "Posso encontrar Deus em sua igreja?"
Que oportunidade maravilhosa nós, como líderes de louvor, temos todos os domingos temos o privilégio de apresentar pessoas ao Deus vivo e verdadeiro através da adoração a Ele. Francamente, eu não vejo como podemos viver sem uma adoração ungida e cheia do Espírito.
A pergunta então é como entramos nesta adoração sem alienar os "visitantes" e "sedentos". Uma das formas mais importantes para fazer isto é construirmos pontes de entendimento.
Um pastor amigo meu disse uma vez "as pessoas precisam ter um claro senso de entendimento e contexto quando lidamos com as coisas de Deus. Sem isto, eles terão dificuldade em aceitar qualquer coisa que o líder queira passar".
Trazendo isto para o contexto do louvor, as pessoas vão se sentir mais confortáveis e por isso, estarão mais abertas a participarem quando entenderem o que esta acontecendo ao seu redor. Por exemplo, se você estiver liderando um período de adoração e sentir que a congregação deve cantar coisas espontâneas e aguardar no Senhor, a maioria de nós, iria simplesmente dar um passo atrás do microfone e permitir que isto aconteça.
No entanto, uma forma mais apropriada de facilitar estas canções espontâneas ou esperar no Senhor seria explicar de forma breve à congregação o que você esta sentido de Deus. Dê a eles o contexto do que esta acontecendo ao seu redor. Em outras palavras, construa uma ponte de entendimento.
A princípio pode parecer arriscado porque poderia quebrar o fluir natural da adoração e/ou sufocar o Espírito. Porém minha experiência tem sido o contrário. Eu tenho percebido que o Espírito Santo é muito tolerante a minha iniciativa de dar algumas breves instruções como: "Vamos usar esta melodia para cantar algo ao Senhor.
Não precisa ser nada profundo, simplesmente permita seu coração se expressar agora, mesmo que seja somente um la-la-la."
Construir uma ponte de entendimento como esta trará encorajamento àqueles que não são familiares com tais coisas e ajudar os visitantes a entenderem o que está acontecendo ao seu redor para que eles também participem e não sejam somente expectadores.
Outra forma útil de cobrir a brecha de entendimento para os que são novos ou visitantes, é acrescentar alguns comentários breves no boletim, explicando o que eles podem esperar ver e/ou ouvir durante o culto e a adoração de forma geral.
Certifique-se de explicar coisas como a duração do louvor e descrição do estilo de adoração (mãos levantadas, pessoas se ajoelhando ou prostrando-se, danças, palavras proféticas e assim por diante...). Seria bom incluir várias referências bíblicas que podem mostrar por que o culto de adoração acontece desta forma.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

video aula de guitar bebop - um classico do jazz "DONNA LEE" tocado até hoje
nos quintetos, quartetos enfim, muito bacana, note e anote dos fraseados ate as harmonias
para melhor assim compreender o conceito deste genero, o interessante é que todas as frases ou seja as notas foram extraidas do saxfone, muito bacana, vale conferir

um grande abraço

e bons sons...

sábado, 24 de dezembro de 2011

UM PRESENTE DE NATAL PRA GALERA
"JINGLE BELL ROCK" É UM CLASSICO DOS TEMAS NATALINOS
COMO DITO ANTERIORMENTE: GRAVADAO EM 1954 POR BOBBY HELM
ATÉ HOJE QUEM NAO CANTA E PRA GENTE QUEM NAO GOSTA DE TOCAR
UMA MISTURA DE JAZZ E BLUES FAZEM COM QUE ESSE TEMA FIQUE BEM MAIS
INTERESSANTE, GRAVADO POR MUITOS E POUCOS, JA FOI EDITADO MAIS DE UM ZILHAO DE VEZES, NESSA OCASIAO DEIXO DE PRESENTE RAY CUMMINS EXECUTANDO
LOGO DEPOIS UM HOW TO PLAY DO TEMINHA PRA VOCE TOCAR ENTRE OS AMIGOS OU NA TROCA DE PRESENTES.....


FELIZ NATAL

PRA TODOS

ATÉ A PROXIMA

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

TEMA NATALINO "NATAL BRANCO" de IRVING BERLIN, executado aqui com um  sexteto de violoes
acusticos, somente pra comemorar essa data tao especial que é o natal, espero que todos apreciem

um feliz NATAL a todos
os alunos da escola de musica (WISE MUSIC)

PAZ

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

VIDEO AULA
SOBRE O BEBOP, TOCADO NA GUITARRA
BEBOP UMA VERTENTE QUE NASCEU DO BLUES E JAZZ
NESSA VIDEO AULA O EXECUTOR FAZ UM APANHADO DA ESCALA
DOMINANTE ( V grau do campo harmonico maior)
VALE A PENA CONFERIR

UM GRANDE ABRAÇO
ATÉ MAIS

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

video aula sobre RIFFS 

O professor do IM & T e guitarrista da banda ANGRA
mostra nesse video os pequenos conceitos dessa tecnica
veja reveja e pratique

ate a proxima

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

lorenzo frizzera trio
muito bacana esse som
que caracteriza o modern jazz

grande abraço

domingo, 18 de dezembro de 2011

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

leitura de cifras com o prof. farofa vale a pena da uma conferida

valeu ate a proxima



quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

materia de hoje muito bacana a linha melodica ou seja do walk bass
a principio dificil de se executar, mas analisando a progressao harmonica dos acordes
vamo se embora kkkkkkkkk

por hoje é só só pe pessoalllll

paz

sábado, 10 de dezembro de 2011

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

BOM DIA A TODOS

GOSTARIA AQUI DE ENFATIZAR UM AVISO IMPORTANTE
A TODOS OS ALUNOS DE VIOLAO E GUITARRA
PROXIMA SEMANA TERÇA E QUINTA SERÁ A ÚLTIMA AULA DO ANO
RETORNANDO SOMENTE DIA 10 DE JANEIRO DE 2012; PORTANTO NAO ESQUEÇAM!!!

ATÉ LÁ ENTÃO
BOAS FESTAS




terça-feira, 27 de setembro de 2011

TEORIA MUSICAL A música ocidental possui um sistema composto por 12 partes, ou melhor dizendo, 12 sons musicais diferentes. Temos, a princípio, sete sons principais chamados notas naturais, que derivam outros cinco sons, chamados acidentes musicais. Para se ter uma relação concreta entre os sons, se fez necessário um padrão de medida entre as notas musicais. Essa unidade de medida é chamada tom. O tom pode ser fragmentado em duas partes chamadas semitons. O semitom é o menor intervalo possível entre duas notas. Os sete sons principais (notas naturais) são conhecidos como: Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá e Si Estas sete notas dispostas assim, sucessivamente, são chamadas de escala diatônica maior. Ela é ascendente quando as notas se acham dispostas em ordem ascendente: Dó – Ré – Mi – Fá – Sol – Lá – Si; E descendente quando encontram-se na ordem inversa: Si – Lá – Sol – Fá – Mi – Ré – Dó. Os acidentes musicais representam os outros cinco sons musicais restantes que completam os 12 sons do nosso sistema musical. Eles podem ser encarados de duas formas, as quais chamamos de bemóis (b) e sustenidos (#). Esses acidentes foram criados com o objetivo de se movimentar as notas para que elas pudessem obedecer às diversas fórmulas dos acordes.

terça-feira, 13 de setembro de 2011




TEORIA 01



O QUE É MÚSICA

Boa pergunta. Existem dezenas de respostas, desde as mais objetivas até divagações filosóficas. De um modo geral, música é a arte de combinar sons. Até o século XX procurava-se distinguir a música do barulho, mas hoje qualquer coisa é música, assim como qualquer lixo é chamado de obra de arte. Decorrência do século.

Cada vez que alguém fazia uma inovação havia sempre uma corrente de estudiosos e entendidos para proclamar que "isso não é música!". Todos os grandes compositores foram ignorados por seu tempo, criticados, atacados e mesmo esquecidos. Isto é justamente o que os fez grandes.

2 – De que é feita música

Ignorando todas a inovações, como música concreta e outros bichos, música é feita de sons definidos. O que é um som definido? Uma determinada vibração que pode ser medida. Isso entra na parte física de propriedades do som, mas, como bons jornalistas, não entendemos nada de física. Portanto, vamos ao que interessa.

Música é feita de sons. Certo. Todas as melodias, todas as músicas escritas até hoje foram feitas com 12 sons. Ei, mas as notas musicais não são sete? Sim, são sete: dó, ré, mi, fá, sol, lá, si. Mas se você olhar no teclado do piano, verá que entre estas sete notas existem outras 5, as chamadas "teclas pretas". Eu sei o quanto é difícil para estudantes na área de humanas, mas, com o auxílio de um computador, temos que 7 + 5 = 12. Oh, doze! Isso mesmo, 12 notas.

Agora você deve estar se perguntando: que história é essa de 12 sons se o piano tem 88 teclas? É verdade.

O caso é o seguinte: os sons se repetem a cada 12. Usando como exemplo o teclado de um piano, veja que as teclas estão dispostas de maneira uniforme. Se pressionarmos uma tecla ao acaso, ouviremos um som. Seguindo essa tecla, pressionando a que fica à sua esquerda (seja branca ou preta) temos outro som. Repetindo esse movimento 11 vezes, a décima segunda nota será igual àquela primeira. Igual não, mais aguda.

3 – Qualidades dos sons

Todo mundo sabe o que é agudo e grave, por isso não vou perder tempo explicando. Não obstante, os sons não são apenas "graves" ou "agudos". E daí?

Altura

Bem, temos doze sons que se repetem em alturas diferentes. Referimo-nos à altura do som quando queremos explicar que ele está mais agudo ou mais grave. Um som é alto quando é agudo; dizemos que um som é baixo quando ele é grave.

Volume

Veja bem, a altura de um som não NÃO NÃO se refere ao volume do som. Quando sua mãe grita desesperada "ABAIXA ESSE MALDITO SOM" ela está cometendo um erro. O que ela quer é que você diminua o volume de som. O volume do som é medido em graduações que vão de forte a fraco – ou, se preferir, compre um aparelho e meça em decibéis.

Então, só para você não esquecer:

Som Alto = agudo

Som baixo = grave

Som forte ou fraco = refere-se ao volume, o que o senso comum chama de "alto e baixo".

Timbre

Não, não comecei a falar em inglês. Me diz uma coisa, como é que se diferencia uma guitarra de um trombone? "O som é diferente", você vai responder. Ótimo, você disse o óbvio. E se os dois estivessem tocando a mesma nota? Hum... ainda assim seria diferente. Por quê? Por que esses instrumentos tem timbres diferentes. Timbre é a qualidade que permite distinguir um som do outro. Assim, dizemos que um trombone tem um timbre diferente de um violão.



VALEU!!!

ATÉ A PRÓXIMA



PAZ

sábado, 20 de agosto de 2011

sexta-feira, 12 de agosto de 2011




FALA AEEEEEE

GALERA

BOA SEMANA PRA TODOS!!!

DIVULGO AQUI OS DIAS E HORARIOS DAS AULAS


SEGUNDA DIA 15/08/2011

* ISABELA 9:00
* ISABELE/LETICIA/ GIOVANA 10:00
* VINI 15:00
* MATEUS/THAYS/MARCELLY 17:00
* SUELEN/ JONATAN/ LUCAS CAVALCANTE/ VINICIUS 18:00


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QUARTA DIA 17/08/2011


* DANIEL 10:00
* MIGUEL 11:00
* JOEL 15:00
* HELLEN / RICKSON/ BEATRIZ 16:00
* KEVIN / DIEGO 17:00
* THAMIRES / TAINÁ / LETICIA RAMOS 18:00
* MAICON E ALESSANDRO 19:00

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SEXTA DIA 19/08/2011


* GRACIELE E VICTORIA 9:00
* LEONARDO 17:00




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OBS: AOS ALUNOS COM MAIS DE 4 MESES ATENTEM PARA OS TESTES
QUE SERAO REALIZADOS; PORTANTO ESTUDEM TODO MATERIAL RELACIONADO


LEMBREM-SE # NO PAIN NO GAIN #

ESTUDEM TAMBEM EM CASA NEM QUE SEJA 3 DIAS COM 30H


UM GRANDE ABRAÇO

BOM FINAL DE SEMANA



ATE MAIS








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sábado, 6 de agosto de 2011






SALVE SALVE!!!

SEGUE A BAIXO OS DIAS E HORARIOS DAS AULAS


TERÇA

DIA 09

ISABELA 9:00
LEO MARTINS/GIOVANA/ISABELI/LETICIA 10:00
JOEL 15:00
THAYS/MATEUS/MARCELLY 16:00
MAICON/ALESSANDRO 17:00
THAMIRES/TAINÁ/LETICIA/SUELEN/JONATAN/LUCAS CAVALCANTE/VINICIUS 18:00
KEVIN/DIEGO/ CRISTIANO 19:00

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QUINTA

DIA 11


VICTORIA 9:00
DANIEL 10:00
MIGUEL 11:00
VINI 15:00
HELLEN / RICSON / BEATRIZ 16:00
LEO (CARLA) 17:00

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ATENTEM PARA A DATA DA MENSALIDADE
SEJA UM ALUNO EXEMPLAR TAMBEM NO HORARIO
EXCERÇA SUA PARTE EM COMUNICAR SUA AUSENCIA COM ANTECIPAÇÃO

MEU TELEFONE PARA CONTATO 81705495 OU 24031493
MEU EMAIL E ORKUT : MSATHLER06@HOTMAIL.COM

UM GRANDE ABRAÇO A TODOS
E BONS SONS

ATE A PROXIMA






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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

AVISO




AVISO

FALA GALERA TUDO NA PAZ???

ESTOU AQUI PARA PEDIR DESCUPAS POR SEGUNDA FEIRA
TIVE QUE ME AUSENTAR TODA A TARDE

AOS ALUNOS QUE ESTAVAM MARCADOS
SERÃO COMPENSADOS

AGUARDEM O CONTATO


OBRIGADO

E BOM FINAL DE SEMANA
PRA TODOS

INSTRUTOR
MARCELO SATHLER


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sexta-feira, 29 de julho de 2011




FALA GALERA

SEGUE ABAIXO OS DIAS E HORARIOS
DAS AULAS - SEMANA 01 DE AGOSTO 2011


SEGUNDA FEIRA - DIA 01 / 08 / 2011

WENDEL - 09:00
DANIEL - 10:00
JOEL - 15:00
MATEUS/MARCELLY/THAYS - 17:00
LUCAS CAVALCANTI/SUELEN/VINICIUS/JONATAN - 18:00
KEVIN/DIEGO - 19:00
CRISTIANO - 20:00

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QUARTA FEIRA - DIA 03 / 08 / 2011

VICTORIA - 09:00
LETICIA/ISABELE/GIOVANA - 10:00
VINI - 15:00
HELLEN - 16:00
LEONARDO SILVA - 17:00
LETICIA/TAMIRES/TAINÁ - 19:00


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SEXTA FEIRA - DIA 05 / 08 / 2011

ISABELA - 09:00
JASON - 10:00
MIGUEL - 11:00
MAICON E ALESSANDRO - 18:00



OBS: UM LEMBRETE IMPORTANTE PARA OS QUE FALTAM SEM COMUNICAR,
A PARTIR DE AGORA 3 FALTAS SEGUIDAS SEM JUSTIFICATIVA CONSIDERAREMOS ESTES
EXCLUIDOS DO CURSO, OUTRA UMA FALTA OU DUAS SEM O RESPECTIVO COMUNICADO NAO SERÃO REPOSITADAS AS AULAS. NÃO INSSISTAM; OBRIGADO. BOA SEMANA



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NAO INSSISTAM,

sábado, 23 de julho de 2011




FALA GALERA DO VIOLAO E GUITARRA
AQUI QUEM VOS FALA SEU INSTRUTOR: MARCELO SATHLER
SEJAM BEM VINDOS

SEGUE ABAIXO OS DIAS E HORARIOS DAS AULAS
SE LIGUEM NOS HORARIOS


TERÇA FEIRA

WENDEL 9:00
LEONARDO (SIMONE) 10:00
DANIEL 10:00
MIGUEL 11:00
VINI 15:00
BEATRIZ/RICKSON 16:00
LUCAS SILVA/LUCAS MARQUES 17:00
JONATAN/SUELEN/VINICIUS/LUCAS CAVALCANTE 18:00
LETICIA/ TAMIRES 19:00
CRISTIANO/ KEVIN/ DIEGO 20:00


QUINTA FEIRA

GRACIELE/VICTORIA 9:00
LETICIA /ISABELE/GIOVANA 10:00
JOEL 15:00
HELLEN / THAYS/MATEUS/MARCELLY 16:00
LEONARDO(CARLA) 17:00
ALESSANDRO / MAICON 18:00


PEÇO AOS ALUNOS QUE CHEGUEM NO HORARIO CITADO
PARA QUE NAO HAJAM INTERRUPÇÕES

OBRIGADO

BOM ESTUDO A TODOS

LEMBREM-SE ( A MÚSICA É UMA ARTE E PORQUE NAO DIZER UMA CIENCIA... )


PAZ

quarta-feira, 20 de julho de 2011





CURSO DE MÚSICA
WISE MUSIC

VEM POR MEIO DESTA INFORMAR OS DIAS E HORÁRIOS
DAS AULAS, FIQUEM LIGADOS A TODO MOMENTO
JÁ QUE MUDANÇAS PODERÃO OCORRER, MESMO ASSIM ENTRAREI
EM CONTATO POR TELEFONE SE ASSIM ACONTECER.

DESDE JA FIQUEM ANTENADOS, TÁ OK?


CONTINUEM TREINANDO
SEPAREM O TEMPO DE 30 MINUTOS
SEGUNDA A SEXTA E LEMBREM-SE

" A DISCIPLINA É A FILOSOFIA DOS BONS RESULTADOS "

UM ABRAÇO E FIQUEM COM DEUS

domingo, 17 de julho de 2011

AULAS de VIOLAO e GUITARRA





SEGUE ABAIXO OS DIAS E HORARIOS
DAS AULAS DE VIOLÃO E GUITARRA


SEGUNDA DIA 18/07/2011

WENDEL - 09:00
VICTORIA - 09:00
FRANCIELE - 09:00
RICKSON E BEATRIZ - 16:30
VINICIUS / JONATAN/ LUCAS/SUELEN/ LEONARDO - 18:00
LUCAS / LUCAS 19:00

______________________________

QUARTA 20/07/2011

ISABELE - 09:00
DANIEL - 10:00
JOEL - 15:00
VINI - 15:00
HELLEN - 16:00
MAICON E ALESSANDRO - 17:00
TAINÁ / TAMIRES - 19:00

______________________________

SEXTA 22/07/2011

MARCELLY/ MATEUS/ THAYS - 10:00
KEVIN/ CRISTIANO / DIEGO - 18:00






BOA AULA NAO SE ESQUEÇAM
"DISCIPLINA FILOSOFIA DOS BONS RESULTADOS"

_________________________

terça-feira, 21 de junho de 2011





Origem do nome das notas «dó ré mi fá sol lá si»

O nome das notas (dó, ré, mi, fá, sol, lá, si) tem a sua origem na música coral medieval. Foi Guido d'Arezzo, um monge italiano, que criou este sistema de nomear as noctas musicais - o chamado sistema de solmização. Seis das sílabas foram tiradas das primeiras seis frases do texto de um hino a São João Baptista, em que cada frase era cantada um grau acima na escala. As frases iniciais do texto, escrito por Paolo Diacono, eram:

Ut queant laxis,
Resonare fibris,
Mira gestorum,
Famuli tuorum,
Solve polluti,
Labii reatum.

Tradução: "Para que os teus servos possam cantar as maravilhas dos teus actos admiráveis, absolve as faltas dos seus lábios impuros".

Mais tarde ut foi substituído por do, sugestão feita por Giovanni Battista Doni, um músico italiano que achava a sílaba incômoda para o solfejo, e foi adicionada a sílaba si, como abreviação de Sante Iohannes ("São João"). A sílaba sol chegou a ser mais tarde encurtada para so, para uniformizar todas as sílabas de modo a terminarem todas por uma vogal, mas a mudança logo foi revertida.

As sílabas ut, ré, mi, fa, sol e la, chamadas vozes, não correspondiam a alturas absolutas na escala, mas apenas a graus num hexacorde. A altura das notas era designada por letras de A a G. A partir de um trecho escrito num modo eclesiástico qualquer, podia-se transpô-lo de uma quarta, quinta ou oitava sem modificar nenhuma das vozes sobre as quais o trecho seria cantado. Uma sequência ré-mi-fa transposta de uma quarta continuava a ser considerada ré-mi-fa, na solmização, e não sol-lá-si bemol como no sistema actual, embora fosse designada por G-A-Bb em vez de D-E-F. Mais tarde, nos países latinos, adoptou-se a designação "dó ré mi fá sol lá si" para representar "C D E F G A B".
[editar] Nomenclatura das notas em línguas anglo-saxônicas

Os países anglófonos mantiveram a utilização de letras para a nomenclatura das alturas musicais. As letras A, B, C, D, E, F e G são utilizadas para as alturas musicais lá, si, dó, ré, mi, fá e sol, respectivamente. Os países de língua inglesa utilizam os sinais # (em inglês: sharp, "sustenido") e b (em inglês: flat, "bemol") para representar as alterações cromáticas dessas notas.

Já os países de línguas germânicas utilizam, além das sete letras universais, a letra H, exclusivamente para a nota si natural, sendo a letra B utilizada para representar o si bemol. Nessas línguas, as alterações para as outras notas são feitas acrescentando-se a terminação is no lugar de # ("sustenido") e es para b ("bemol"). Nas notas lá e mi, representadas pelas letras A e E, respectivamente (as únicas vogais do conjunto), na terminação para representar bemol (por padrão es) há a contração da vogal que representa a nota e a vogal e do sufixo (As para lá bemol e Es para mi bemol; no entanto, Ases e Eses são lá dobrado bemol e mi dobrado bemol, respectivamente)

Portanto:
Ces (dó bemol), C (dó natural), Cis (dó sustenido)
Des (ré bemol), D (ré natural), Dis (ré sustenido)
Es (mi bemol), E (mi natural), Eis (mi sustenido)
Fes(fá bemol), F (fá natural), Fis (fá sustenido)
Ges (sol bemol), G (sol natural), Gis (sol sustenido)
As (lá bemol), A (lá natural), Ais (lá sustenido)
B (si bemol), H (si natural), His (si sustenido)

sábado, 18 de junho de 2011





Violão – praticando com teoria

A primeira coisa que todo estudante de violão deve fazer, após aprender os primeros princípios básicos, é praticar. Aprender a tocar, conhecer o instrumento, criar intimidade. Chamar o violão de “oi” e não de “vossa excelência”.

Por dois motivos: o primeiro – óbvio – é porque a essência da coisa está em saber tocar. O segundo – não tão óbvio – é praticamente “psicológico”. Um estudante de violão que não toca pelo menos duas ou três músicas simples em seus dois ou três primeiros meses de aula, pode acabar desanimando e largando aos poucos os estudos.

É mais ou menos como quando te ensinam complicadíssimas equações no colégio. Você faz uma samba do crioulo doido com os neurônios e pra quê? Para poder passar no exame. Porque a esmagadora maioria das pessoas passa o resto da vida sem saber para que servem aquelas equações.

Voltando ao violão

A situação ideal então, é – no começo – praticar bastante, deixando a teoria num segundo plano. Teoria nesta fase, só o estritamente necessário.

Porém, uma vez dominadas as primeiras músicas, o avanço deve ser feito nos dois lados. Teoria e prática. Sim, porque ficar tocando e tocando sem saber o que se está fazendo, também é contraproducente.

Alguém que já estuda violão por mais de um ano e não sabe o que é a escala cromática ou não tem idéia de do que sejam acordes relativos, está pulando etapas, prejudicando seus estudos.

Violão com teoria

É difícil dizer qual seria a proporção ideal entre teoria e prática no estudo de violão. Principalmente para aqueles (muitos) que estudam por conta própria, pela internet, por exemplo.

Numa escola por frequencia, cabe ao professor avaliar se o aluno sabe em teoria aquilo que aprendeu na prática. Ou seja, se sabe o que está fazendo.

Já quem estuda por si mesmo, precisa auto-avaliar seu progresso. Se este é o teu caso, jamais deixe de questionar:

Quais notas formam este acorde?
Porque estes acordes estão nesta música?
Qual é a tonalidade desta música?
Posso tocar esta música em outra tonalidade?

Estes são apenas alguns exemplos.

Outra dica: procure conversar com outras pessoas que tocam e estudam violão. A respeito de violão, é claro. Deixe o futebol para depois. Você com certeza ouvirá coisas que talvez não conheça. Pergunte à pessoa. Ou vá correndo à internet, que está cheia de informações úteis. É só procurar nos lugares certos. Seguem abaixo três destes lugares. Sites onde você pode achar boa informação.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

INICIAÇÃO A IMPROVISAÇÃO


Licão 1
Objetivo específico: Aprender a tocar as escalas pentatônicas para improvisar e
desenvolver agilidade.
Nesta primeira aula iremos aprender a tocar no braço da guitarra as escalas
pentatônicas maiores e menores. Teremos dois modelos de digitação para cada uma delas.
Como esta escala é formada por apenas cinco notas, julgo por mim, que facilitará o nosso
início no improviso. Isso ocorre por ser relativamente fácil digitá-la no braço da guitarra
devido à ausência dos intervalos de quarta justa e sétima maior na pentatônica maior, e
também devido à ausência dos intervalos de segunda maior e sexta menor na pentatônica
menor, em relação à escala maior e menor naturais. Deve-se tocá-la subindo e descendo de
forma lenta, até que esteja decorada. Para isso tente fazer três seqüências de cinco repetições
em cada uma delas, trocando de casa em cada repetição. Assim você estará mudando a
tonalidade a medida em que for repetindo. E lembre-se de aumentar a velocidade
gradativamente a medida em que for aquecendo.
As escalas são:














quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

















AULAS DE VIOLAO E GUITARRA

METHODO CIFRADO

AULAS 100% PRATICAS ABORDANDO TODO CONTEUDO HARMONICO
OU SEJA NAO ADIANTA TOCAR POR TOCAR, É PRECISO SABER O QUE
ESTA POR TRAS DE UMA MUSICA, ESTRUTURA MELODICA, HARMONICA, SOLOS, ESCALAS

GENEROS: MPB, GOSPEL, JAZZ, ERUDITO (CLASSICO), BLUES, COWNTRY

VIOLAO: R$25,00 POR MÊS
GUITARRA: R$35,00 POR MÊS

DIA E HORA A COMBINAR


TELEFONE: (21)2403 1493 / 98120741

MARCELO SATHLER

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

AULAS DE VIOLAO E GUITARRA

METHODO CIFRADO

AULAS 100% PRATICAS ABORDANDO TODO CONTEUDO HARMONICO
OU SEJA NAO ADIANTA TOCAR POR TOCAR, É PRECISO SABER O QUE
ESTA POR TRAS DE UMA MUSICA, ESTRUTURA MELODICA, HARMONICA, SOLOS, ESCALAS

GENEROS: MPB, GOSPEL, JAZZ, ERUDITO (CLASSICO), BLUES, COWNTRY

VIOLAO: R$25,00 POR MÊS
GUITARRA: R$35,00 POR MÊS

DIA E HORA A COMBINAR


TELEFONE: (21)2403 1493 / 81705495 / 96098445

MARCELO SATHLER