FELIZ NATAL
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
sábado, 8 de dezembro de 2012
FALA GALERAAAAAAAHHH
POSTANDO AQUI
AS AULAS DA SEGUNDA SEMANA DE DEZEMBRO
TERÇA FEIRA
DIA 11 DE DEZEMBRO
BETHANIA - 10:00H
LUCIANA - 11:00H
ISMAEL - 16:00H
LEONARDO SILVA - 17:00H
LORRAN/ VINNICIUS - 18:00H
AMADEU - 19:00H
________________________________________________________
QUINTA FEIRA
DIA 13 DE DEZEMBRO
LEONARDO MARTINS / VINNI - 16:00H
MARCELI - 17:00H
ISABELE / ESTEPHANY - 18:00H
AMADEU (REPOSIÇÃO0 - 19:00H
________________________________________________________
VALEU GALERA
SE FOR FALTAR É SÓ INFORMAR LÁ NO FACEBOOK
ATÉ LÁ
BOA SEMANA PRA TODOS!!!
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
sábado, 24 de novembro de 2012
Badi Assad
> pianista, violonista, cantora e compositora
Batizada como Mariângela Assad Simão, nasceu em 1966, na cidade de São João da Boa Vista (SP), mudando em seguida para o Rio de Janeiro, onde ficou até os 12 anos. Seu pai Jorge, descendente de libaneses, decidiu mudar-se com a família para o Rio em 1969, para proporcionar aos irmãos de Badi, Sérgio e Odair, aulas de violão clássico com a Argentina Monina Távora, pupila do grande Andrés Segovia. Em meados dos anos 80, já como Duo Assad, seus irmãos ganharam reconhecimento e popularidade mundial. Badi queria seguir os passos do irmão, mas por ter aprendido piano primeiro, só pegou no violão aos 14 anos. Um ano depois, já dominava o instrumento e subia aos palcos participando e ganhando concursos nacionais e internacionais.
O próximo passo seria estudar música na Universidade do Rio de Janeiro. Em 1989, gravou seu primeiro álbum, Dança dos Tons, lançado somente no Brasil na época. No entanto, em outubro passado, o CD foi relançado internacionalmente com quatro faixas bônus, rebatizado de A Dança das Ondas. Em seguida, Badi iniciou experimentações vocais, produzindo sons de percussão com a boca, que foram acrescentados à sua música. Novos e exóticos sons, além de infinitas possibilidades adicionadas à sua já excelente performance no violão. Cedo, ela demonstrou suas excepcionais qualidades em colaboração com outros artistas. Em pouco tempo, Badi apareceu ao lado de grandes músicos como Pat Matheney, Hermeto Paschoal, Milton Nascimento e Dori Caymmi.
No entanto, foi somente em 93, quando Badi assinou contrato com o selo Chesky Records, conhecido por ser extremamente exigente musicalmente, que ela ganhou o cenário internacional. Em 94, Solo, seu álbum de estréia no selo, foi lançado nos Estados Unidos, seguido por Rhythms, em 95, e Echoes of Brazil, em 97. A cada lançamento, seu prestígio internacional aumentava. Em 94, a revista Americana Guitar Player, considerou-a, junto com artistas como Charlie Hunter, Ben Harper e Tom Morello (do grupo Rage Against The Machine), um dos 10 jovens talentos que mais revolucionariam o uso das guitarras nos anos 90.
O álbum Rhythms foi considerado uma das gravações mais importantes do ano de 95, no universo da música clássica e do jazz. Com o álbum, Chameleon (i.e.music/Polygram), gravado em 98, Badi galgou outros tantos degraus, superando seus lançamentos anteriores e apresentando músicas, quase que exclusivamente compostas em parceria com seu futuro marido, Jeff Scott Young. O álbum vendeu muito bem, especialmente na Alemanha e Espanha, onde a música "Waves" ficou entre as 10 primeiras durante semanas, melhor posicionada que um hit pop de Madonna.
Três anos de mudanças radicais se seguiram após o lançamento de Chameleon. Primeiro, Badi sofreu de uma incapacidade motora que quase a impossibilitou de tocar violão. Depois, ela se separou do marido Jeff e, finalmente, em 2001, retornou ao Brasil após quatro anos de Estados Unidos, para onde tinha se mudado para investir em sua carreira.
Em 2003 ela gravou para o selo Chesky Records o álbum Three Guitars, ao lado dos maravilhosos guitarristas Americanos, Larry Coryell e John Abercrombie. Um álbum acústico que recebeu críticas entusiasmadas...
O repertório de Verde, album de 200? é formado por uma inusitada mistura de novas interpretações altamente pessoais de clássicos brasileiros e americanos, além de novas composições, duas das quais compostas em parceria com Jeff Young. Em Verde, as composições de Badi aparecem ao lado das popularíssimas "Asa Branca", de Luiz Gonzaga, e "Bom Dia, Tristeza", de Adoniran Barbosa e Vinícius de Morais, passando por novas leituras de Björk e "One" do U2.
Como violonista de reconhecida técnica e de insaciável sede de inovar, Badi Assad atraiu um grupo crescente de fãs fiéis nos últimos 10 anos, entre críticos e colegas instrumentistas, mundo afora. Com sua voz dinâmica e letrizante, certamente ganhará novos admiradores com o novo disco, agora pelo selo alemão DG (Universal Music). "Acho que tenho algo a dizer às pessoas, não somente àquelas que gostam do meu violão", conta Badi. "Gostaria de apresentar meu universo musical a todas as pessoas – para as que ouvem pop, jazz, clássico, rock ou música brasileira, não importa."
Wonderland
Como Alice quando atravessa o espelho e cai no País das Maravilhas, Badi Assad começou radiante o processo do novo disco. É que, como Alice, Badi vivia encantada, achando que aquele mundo (no caso, o nosso mundo) era somente bondade e alegria. A sensação se refletia em música e Badi só ouvia e fazia canções doces. E calmamente as reunia para o disco que sucederia o delicado “Verde” (2004).
Como Alice que descobre aos poucos que o País das Maravilhas é também cheio de maldade e ilusão (como diria Caymmi), Badi teve, como qualquer pessoa, problemas pessoais que a fizeram sair do mundo idealizado (da arte, da beleza, da estética) e cair na real. O fio inconsciente de sua criatividade musical logo pendeu para um outro lado. Ela começou a ouvir e a compor canções mais, digamos, estranhas, a enveredar por um universo mais barra pesada, ainda que na superfície a beleza e a poesia continuassem a comandar.
Comecei a notar que, inconscientemente, as canções que eu começava a reunir para o disco tinham algo em comum: falavam da fragilidade humana e dos problemas do mundo. - diz Badi, a violonista (uma das maiores de sua geração) e cantora que domina tão bem a sua arte, sabe tão bem o que quer, que num CD de canções tão esteticamente díspares (de um velho samba de Billy Blanco a uma canção de um grupo de ponta da cena eletrônica britânica como o Asian Dub Foundation) consegue não apenas fazer um trabalho ultra-autoral como defender um conceito forte.
Portanto, em vez de uma singela continuação de “Verde”, nasceu Wonderland, o irônico título tirado do nome original inglês da obra-prima de Lewis Carroll, “Alice no País das Maravilhas”. O livro chegou às mãos de Badi, já no meio do processo do disco, por sugestão de Chico César (presente com a letra de Zoar), que intuiu para onde ia a inspiração da amiga e parceira. Como no País das Maravilhas de Alice, no mundo de Badi tudo é belo e possível, mas por trás da beleza e das infinitas possibilidades escondem-se preconceito, racismo, violência, injustiça e o corolário de mazelas que vemos atônitos todos os dias.
Um mundo “estranho, bizarro” como o descrito em Acredite ou não,suingadíssima canção de Lenine e Bráulio Tavares que abre esintetiza o conceito de Wonderland. Acredite ou não, aliás, está ainda mais desconfortável e atual do que quando lançada, 15 anos atrás, no histórico disco de Lenine e Marcos Suzano, “Olho de peixe”. Versos como “Tempestade no deserto/ Maremoto na piscina/ Rififi na Palestina/ Bang-bang no Borel” soam ainda mais estranhos e bizarros num mundo pós-Tsunami, da Intifada e do Hamas no poder, da guerra civil decididamente deflagrada nos morros cariocas ou nas ruas de Paris.
Doce e firme, Badi Assad vai desfiando lindamente as chagas do mundo que sua escolha inconsciente foi amealhando pelo cancioneiro mundial, de ontem e de hoje, sem qualquer barreira estética, guiada apenas por sua musicalidade.
Assim, ela fala de preconceito no samba A banca do distinto, de Billy Blanco, o de versos certeiros: “Não fala com pobre/ Não dá mão a preto/ Não carrega embrulho/ Pra que tanta pose, doutor?/ Pra que esse orgulho?”.
Fala de estupro (e dá um show de violão) na misteriosa canção Black dove, da cantora e compositora americana Tori Amos. A suavidade da canção de Tori e da interpretação de Badi é o contraponto irônico à barra pesada do tema, tão dentro do espírito de Wonderland.
Fala de alcoolismo em Vacilão, originalmente um samba de Zé Roberto gravado por Zeca Pagodinho, transformado aqui em blues (com direito a Badi no violão de aço) com a participação vocal de Seu Jorge. Foi o hoje internacional cantor de São Gonçalo quem apresentou a Badi o samba gravado por seu “cumpadi” Zeca. A cantora entrou num trem no interior da França e, lá dentro, estavam Seu Jorge e outros músicos brasileiros levando um pagode na volta de um show. Foi ouvir a história do sujeito que volta para casa “doidão”, para sua intuição perceber que o samba tinha tudo a ver com Wonderland.
Fala da perda de identidade cultural em From United States of Piauí, velho baião de protesto de Gonzaguinha, cuja história da prima do Piauí que deixou de fazer renda para ver novela ganha nova dimensão num mundo em que a globalização (intuída na música) transformou-se na questão central.
Fala do perigo da prostituição na juventude em O mundo é um moinho, obra-prima de Cartola, outra canção que tão bem sintetiza o espírito de Wonderland (“Preste atenção, querida/ De cada amor tu herdarás só o cinismo”, poderia ter sido escrita por Lewis Carroll, dada a sua cruel singeleza) e que ainda dá espaço para inspirado solo ao violão de Badi.
Fala de violência familiar em 1000 mirrors, do Asia Dub Foundation, canção que cresceu muito no arranjo acústico e pesado que Badi apresenta.
São tantas e tão líricas as mazelas desfiadas por Badi que descritas assim, em palavras, podem dar a falsa impressão de que se trata de um disco feito com mão pesada. Não é nada disso. Wonderland capta o espírito da “Alice” até nisso, no desespero contido, na crítica irônica, no frescor do olhar.
Para tanto, muito contribui a produção de Jaques Morelenbaum, que criou para Badi uma pequena banda composta por solistas de primeira linha da nossa música popular –– Carlos Malta nos multissopros, Zeca Assumpção no contrabaixo, Marcos Suzano nas percussões, e mais o próprio Jaques no violoncelo. Além de envolver as canções em uma atmosfera moderna, ele abre um generoso espaço para o violão virtuose da artista principal.
O que mais me chamou a atenção no trabalho do Jaques foi a maneira com que ele conduz as gravações na intenção de tirar o que cada um tem de melhor, diz Badi. A cantora queria o som de violoncelo em seu disco. Abriu um show no Olympia, em Paris, para a cantora portuguesa Marisa, produzida por Jaques Morelenbaum. Começou ali a sonhar em convidá-lo para ser seu produtor. Achou, contudo, que era sonhar demais ter à disposição o renomado e ocupado produtor de Caetano Veloso. Ainda assim mandou um e-mail para o maestro, que topou na hora. Morelenbaum não apenas dá cores modernas aos arranjos ultra-violonísticos escritos por Carlinhos Antunes, Sérgio Assad (seu irmão, do Duo Assad) e Clarice Assad (sua jovem e promissora sobrinha) como empresta uma leveza musical que se contrapõe e evidencia a barra pesada das canções.
Mas nesse sentido nada supera a faixa final. Depois de tantos problemas, tanta angústia, tanta escuridão contida nas canções, Badi canta a que talvez seja a canção mais solar de todos os tempos, mais comprometida apenas com a leveza e com a singeleza, mais gratuita em termos de felicidade, Estrada do sol, de Tom Jobim e Dolores Duran. Aqui cabe um parêntese: uma das músicas mais tristes do disco, A banca do distinto foi feita por Billy Blanco inspirada num sujeito que ia ao Beco das Garrafas, no fim dos anos 50 no Rio, ouvir Dolores Duran cantar. Não falava com ninguém, era esnobe a não mais poder e quando queria ouvir alguma canção específica mandava recados pelo garçom: “Pede para a negrinha cantar isso”, “Pede para a negrinha cantar aquilo”. Mal sabia ele que, nas horas vagas, a “negrinha” escrevia letras como a de Estrada do sol para canções solares de Jobim. E que, um dia, Badi Assad a gravaria como contraponto a todo e qualquer pensamento racista...
Badi é pessoa muito especial. Se não bastasse a herança sonora, ela ainda é dona de uma linguagem musical ímpar. Seu violão nervoso e sinuoso tem assinatura indelével. A voz é sublime e se conjuga com sua maneira de tocar de forma muito particular. Badi é 10, e é artista de ponta de qualquer futuro que a música brasileira venha a experimentar.
Lenine
Badi Assad é mais do que uma excelente violonista, cantora e compositora. Badi é uma artista. Seu show é uma experiência sensorial em que somos levados delicadamente a seu mundo mágico, sua viagem. Um encanto de fada-bruxa que só encontramos nos espíritos mais singulares.
Moska
A Badi faz parte de uma linhagem musical de grande importância no Brasil, não só pelo lado familiar, de talento incontestável e grande originalidade, como também pelos nossos grandes mestres do violão. Seus instrumentos são o violão, a voz e o corpo, que harmoniosamente produzem um som cheio de ritmo e beleza. Um beijo grande e sucesso no mundo!!
Wagner Tiso
Conheço a família Assad há muito tempo, sou um grande admirador da música produzida por todos eles e acompanho atentamente o crescimento artístico da Badi. Me impressiono muito com sua capacidade de evolução e transformação. Com sólida base técnica no violão, Badi tem a liberdade de explorar seu canto de forma totalmente original, trazendo novos ares e vida nova para a música popular brasileira contemporânea.
Marco Pereira
O trabalho da Badi é tão atraente quanto ela. Além de ser uma violonista de primeira, como aliás toda a sua família. Tudo nela é diferente e muito particular – na verdade, são as coisas originais que mais me interessam e me atraem. Agora que assisti ao seu show, pude confirmar essa minha impressão sobre Badi.
Ney Matogrosso
Na música, encontramos artistas talentosos, muito talentosos. Mas existe o talento raro, o brilhante puro, quase impossível de se encontrar. Este é o caso de Badi Assad. Não basta ouvi-la cantar. Não basta ouvi-la tocar. Ver Badi num palco, dominando o seu raro universo musical, é também um prazer estético. Ela é linda. Badi é um som supremo, cheio de variações harmoniosas e rítmicas que acariciam o coração da gente. Eu tenho o privilégio de compartilhar da sua arte e da sua amizade. Um beijo pra você, Badi!
Toquinho
Badi Assad tem sido dessas forças autônomas da música brasileira que por obra e graça de si mesmas dão cria, recriam-se, iluminam aspectos obscuros da tradição e trazem alegria ao presente com o desapego de quem faz a hora e a obra, não espera acontecer. Surpreendente e valente, não se acomoda com o talento nem as glórias que ele traz. Começou pelo violão e espantou a todos com os sons impossíveis que dali tira. Ou coloca. Há platéias para Badi no mundo inteiro só para ouvi-la e vê- la tocar e serem tocadas por ela. Ao violão, junta o canto e a composição de canções. Tudo tão belo e pertinente, como se a própria Deusa se sentasse ao nosso lado no metrô e guardasse no bolso o bilhete como prova de que viver, gozar, sofrer é humanamente bom. Feliz de quem tiver e perceber a dádiva de ser roçado pela saia da Deusa, mesmo que de leve, e sentir seu perfume e ouvi-la sussurrar uma canção em meio a cacofonia de nosso tempo. Rosinha de Valença, olhai por nós nessa viagem de tantas vertigens e Badi Assad,nos dê a mão e vamos sair pra ver os sóis de Wonderland,que ainda estão a brilhar...
Chico Cesar
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
FALA AEEEEEEEEEEEEEE
GALERA TA FORMADO O PAREDÃOOO
KKKKK
BRINCADEIRA!!! PEGADINHA DO MALANDROOOOH
NA VERDADE TA FORMADO A ESCALA
DAS AULAS DE GUITARRA / VIOLÃO / TECLADO E CONTRABAIXO
PRA SEMANA QUE VEM..
TERÇA DIA 27 DE NOV
09:00H VAGO
10:00H BETHANIA
11:00H LUCIANA
14:00H VAGO
15:00H PABLICIA
16:00H AMADEU
17:00H LEONARDO SILVA
18:OOH LORRAN / VINNICIUS M / ARTHUR
19:00H ISMAEL
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QUINTA DIA 29 DE NOV
09:00H VAGO
10:00H VAGO
11:00H ISMAEL (REPOSIÇÃO)
14:00H VAGO
15:00H VAGO
16:00H LEO MARTINS / VINI
17:00H MARCELI
18:00H ESTEPHANY / ISABELLE
19:00H VAGO
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segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Software para Compositores
Por Paul Baloche
Se você é um compositor, sem dúvida, já houve aquele momento em que você inesperadamente começou a cantar na casa de um amigo, num quarto de hotel, ou sozinho em seu carro. Momentos sem restrições de tempo, sem a expectativa de outras pessoas, ou demandas constantes da vida. . . Momentos perfeitos para inspiração.
Muitas vezes, o prazer de cantar novas canções ou melodias foi frustrado pela incapacidade de capturar a frase, aquele refrão simples ou uma linha melódica que nasceu na espontaneidade. Atrás de mim existe uma trilha de 20 anos de pequenos gravadores portáteis que inevitavelmente quebraram ou foram perdidos; músicas cantadas em meu gravador em casa, em fitas cassetes de áudio da igreja que acabaram sendo gravados por cima erroneamente ou extraviadas. Ideias de letras anotadas em guardanapos, na parte de trás de passagens aéreas ou recibos que de alguma forma nunca chegaram em minha casa, onde eu realmente precisava delas.
Cerca de 5 anos atrás comecei a usar o programa de softwareMasterWriter. Este programa é executado em praticamente qualquer computador portátil moderno e se tornou a minha melhor ferramenta para gravação de áudio e letras. Uma vez instalado no meu laptop, eu sempre levo comigo e com êxito salvo centenas de ideias para letras e melodias.
Além de gravar suas ideias, ele pode jogar loops simples de bateria para tocar junto; tem um dicionário de rimas inovadoras com rimas perfeitas e imperfeitas; aliterações, dicionário de sinônimos e outras ferramentas práticas. MasterWriter transformou a maneira como eu capturo e trabalho a ideia sobre minhas canções. Eu usei ele para cada música dos meus 3 últimos projetos de louvor e adoração.
Para maiores informações sobre o software MasterWriter acesse o site
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
FALA AÍIII !!!
GALERAAAAAA
ESTAMOS DE VOLTA AGORA
PARA POSTAR OS HORARIOS DISPONIVEIS
PARA SEMANA QUE VEM DIA 19 SEGUNDA FEIRA
E DIA 21 QUARTA FEIRA.
SEGUNDA FEIRA DIA 19 DE NOV 2012
10:00H BETHANIA
11:00H ISMAEL
15:00H LUCIANA
16:00H AMADEU / VINNI
17:00H LEONARDO SILVA
18:00H VINICIUS / LORRAN / ARTHUR
HORARIOS DISPONIVEIS:
SEGUNDA FEIRA DIA 19:00h
9:00H / 14:00H / 19:00H
QUARTA FEIRA DIA 21 DE NOV. 2012
10:00H BETHANIA (REPOSIÇÃO)
11:00H LUCIANA (REPOSIÇÃO)
16:00H ISMAEL (REPOSIÇÃO)
17:00H MARCELI
18:00H ISABELE / ESTEPHANY
HORÁRIOS DISPONIVEIS:
QUARTA FEIRA DIA 21 DE NOV 2012
09:00H / 14:00H / 15:00H / 19:00H
Oks ! galera ???
valeu até a próxima
GALERAAAAAA
ESTAMOS DE VOLTA AGORA
PARA POSTAR OS HORARIOS DISPONIVEIS
PARA SEMANA QUE VEM DIA 19 SEGUNDA FEIRA
E DIA 21 QUARTA FEIRA.
SEGUNDA FEIRA DIA 19 DE NOV 2012
10:00H BETHANIA
11:00H ISMAEL
15:00H LUCIANA
16:00H AMADEU / VINNI
17:00H LEONARDO SILVA
18:00H VINICIUS / LORRAN / ARTHUR
HORARIOS DISPONIVEIS:
SEGUNDA FEIRA DIA 19:00h
9:00H / 14:00H / 19:00H
QUARTA FEIRA DIA 21 DE NOV. 2012
10:00H BETHANIA (REPOSIÇÃO)
11:00H LUCIANA (REPOSIÇÃO)
16:00H ISMAEL (REPOSIÇÃO)
17:00H MARCELI
18:00H ISABELE / ESTEPHANY
HORÁRIOS DISPONIVEIS:
QUARTA FEIRA DIA 21 DE NOV 2012
09:00H / 14:00H / 15:00H / 19:00H
Oks ! galera ???
valeu até a próxima
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
FALA GALERAAAAA
PASSANDO PRA DEIXAR
OS DIAS E HORARIOS DISPONIVEIS
DA SEMANA QUE VEM
SEGUNDA FEIRA DIA 5/11/2012
09:00 / 11:00 /14:00 / 15:00
QUARTA FEIRA DIA 7/11/2012
09:00/10:00/11:00/14:00/15:00/19:00
SEXTA FEIRA DIA 9/11/2012
10:00/11:00/14:00/15:00/17:00/18:00
BOM GALERA É ISSO AÍ!!!
BOM FERIADO E BOM FINAL DE SEMANA
PRA TODOS!!!
OBS: NÃO SE ESQUEÇAM DE INFORMAR COM ANTECEDENCIA
SE TIVEREM QUE FALTAR, OKKKKK????
NÃO HAVERÁ REPOSIÇÃO DE AULA AOS ALUNOS QUE FALTAREM
SEM INFORMAR, OBRIGADO NÃO INSISTAM
CONTATOS: 98120741
ATÉ A PRÓXIMA
BONS SONS
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
VENHO POR MEIO DESTA COMUNICAR
O RETORNO DAS AULAS DE MÚSICA
ESTIVEMOS PARADO POR DOIS MESES POR CONTA DE
TRABALHOS PARALELOS, GRAVAÇÕES.
E AINDA ESTAMOS (RISOS), RETORNAREMOS SOMENTE
NO DIA 4 DE SETEMBRO (TERÇA FEIRA)
IMPORTANTE RESSALTAR QUE AS AULAS
FUNCIONAM POR AGENDAMENTO
PORTANTO NÃO DURMAM NO PONTO GALERA!!!
AS AULAS FUNCIONAM DA SEGUINTE FORMA:
- UMA VEZ POR SEMANA (DURAÇÃO 1 HORA DE AULA) ENVOLVENDO TEORIA E BASTANTE PRÁTICA
- APÓS O TÉRMINO DA AULA O ALUNO AGENDA A PRÓXIMA AULA NA SEMANA SEGUINTE
- MATERIAL: UM CADERNO NORMAL PEQUENO OU GRANDE, CANETA , LÁPIS E BORRACHA
- COM RELAÇÃO AO INSTRUMENTO (VIOLÃO / GUITARRA / CONTRABAIXO, TECLADO) É NECESSÁRIO QUE O ALUNO FAÇA DE IMEDIATO A AQUISIÇÃO DOS MESMOS ( OBS: TRAZÊ-LOS TAMBÉM A AULA, É DE SUMA IMPORTÂNCIA COM EXCEÇÃO DO TECLADO)
- O PAGAMENTO OCORRERÁ DE FORMA MENSAL SENDO PARA O VIOLÃO 30,00 REAIS / GUITARRA 40,00 REAIS / CONTRABAIXO 40,00 REAIS E TECLADO 40,00 REAIS ( O PAGAMENTO SERÁ FEITO DE IMEDIATO AO INGRESSO DO ALUNO)
- OS HORÁRIOS DISPONÍVEIS SEGUIRÃO DOIS TURNOS MANHÃ E TARDE: MANHÃ: 9:00 / 10:00 / 11:00 - TARDE: 15:00 / 16:00 / 17:00 / 18:00 (OBS: NO CURSO NÃO EXISTE HORA EXTRA E NEM AULAS AOS SÁBADOS BEM COMO FINAIS DE SEMANA)
POR HORA É SOMENTE ISSO LEMBRANDO QUE SERÁ NO MÁXIMO 3 ALUNOS POR AULA
UM GRANDE ABRAÇO A TODOS
ATÉ BREVE
E BONS SONS!!!
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
BOM DIA GALERA
TA AÍ OS DIAS E HORARIOS
DISPONIVEIS PARA ESSA SEMANA
OUTUBRO 2012
DIA 22 SEGUNDA FEIRA
9:00 / 11:00
14:00 / 15:00
DIA 24 QUARTA FEIRA
9:00 / 11:00
14:00 / 15:00
DIA 26 SEXTA FEIRA
9:00 / 11:00
14:00 / 15:00 / 16:00 / 17:00
VALEU GALERA
ESSES SAO OS DIAS E HORARIOS
EM ABERTOS PRA VOCE ESTUDAR
COM A GENTE
UM ABRAÇO A TODOS
TA AÍ OS DIAS E HORARIOS
DISPONIVEIS PARA ESSA SEMANA
OUTUBRO 2012
DIA 22 SEGUNDA FEIRA
9:00 / 11:00
14:00 / 15:00
DIA 24 QUARTA FEIRA
9:00 / 11:00
14:00 / 15:00
DIA 26 SEXTA FEIRA
9:00 / 11:00
14:00 / 15:00 / 16:00 / 17:00
VALEU GALERA
ESSES SAO OS DIAS E HORARIOS
EM ABERTOS PRA VOCE ESTUDAR
COM A GENTE
UM ABRAÇO A TODOS
terça-feira, 2 de outubro de 2012
terça-feira, 18 de setembro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
domingo, 16 de setembro de 2012
O capotraste é um prendedor que atua como uma pestana móvel, permitindo que você tire vantagem das cordas soltas em qualquer posição. Em vez de tocar acordes com pestana nos registros mais altos, você pode prender um capotraste atrás de um determinado traste e ter acesso aos acordes da primeira posição em qualquer lugar do braço. Como o dedo indicador não tem de segurar todas as cordas, você pode embelezar a harmonia com hammer-ons e pull-offs que seriam difíceis – ou até mesmo impossíveis – sem um capotraste.
Lembra daquela música que possui os acordes Ab ou Bb? Que normalmente os ocordes seguintes serão pestanas também e fazendo com que no meio da música de um cansaço nos dedos, com o capotraste muitas vezes fica muito fácil tocar a música, pois você poderá fazer em vez de pestanas, fazer acordes naturais, vou passar um exemplo de uma música muito conhecida, Same Mistake de James Blunt, que é usado o capotraste.
sábado, 15 de setembro de 2012
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
terça-feira, 11 de setembro de 2012
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
terça-feira, 21 de agosto de 2012
BOA TARDE
A TODOS
VENHO POR MEIO DESTA COMUNICAR
O RETORNO DAS AULAS DE MÚSICA
ESTIVEMOS PARADO POR DOIS MESES POR CONTA DE
TRABALHOS PARALELOS, GRAVAÇÕES.
E AINDA ESTAMOS (RISOS), RETORNAREMOS SOMENTE
NO DIA 4 DE SETEMBRO (TERÇA FEIRA)
IMPORTANTE RESSALTAR QUE AS AULAS
FUNCIONAM POR AGENDAMENTO
PORTANTO NÃO DURMAM NO PONTO GALERA!!!
AS AULAS FUNCIONAM DA SEGUINTE FORMA:
- UMA VEZ POR SEMANA (DURAÇÃO 1 HORA DE AULA) ENVOLVENDO TEORIA E BASTANTE PRÁTICA
- APÓS O TÉRMINO DA AULA O ALUNO AGENDA A PRÓXIMA AULA NA SEMANA SEGUINTE
- MATERIAL: UM CADERNO NORMAL PEQUENO OU GRANDE, CANETA , LÁPIS E BORRACHA
- COM RELAÇÃO AO INSTRUMENTO (VIOLÃO / GUITARRA / CONTRABAIXO, TECLADO) É NECESSÁRIO QUE O ALUNO FAÇA DE IMEDIATO A AQUISIÇÃO DOS MESMOS ( OBS: TRAZÊ-LOS TAMBÉM A AULA, É DE SUMA IMPORTÂNCIA COM EXCEÇÃO DO TECLADO)
- O PAGAMENTO OCORRERÁ DE FORMA MENSAL SENDO PARA O VIOLÃO 30,00 REAIS / GUITARRA 40,00 REAIS / CONTRABAIXO 40,00 REAIS E TECLADO 40,00 REAIS ( O PAGAMENTO SERÁ FEITO DE IMEDIATO AO INGRESSO DO ALUNO)
- OS HORÁRIOS DISPONÍVEIS SEGUIRÃO DOIS TURNOS MANHÃ E TARDE: MANHÃ: 9:00 / 10:00 / 11:00 - TARDE: 15:00 / 16:00 / 17:00 / 18:00 (OBS: NO CURSO NÃO EXISTE HORA EXTRA E NEM AULAS AOS SÁBADOS BEM COMO FINAIS DE SEMANA)
POR HORA É SOMENTE ISSO LEMBRANDO QUE SERÁ NO MÁXIMO 3 ALUNOS POR AULA
UM GRANDE ABRAÇO A TODOS
ATÉ BREVE
E BONS SONS!!!
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
opaaaaaaaaaaah
galera dei mais uma sumida
apareceu muitos projetos
tipo: composições / compromissos musicais com suporte e gravações
ufaaaaaaaaa ainda ralando muito
descupem aee galera
sempre que puder tenham paciencia com esse nobre musico
kkkkkk
mais um video que gostamos de assistir por ae
da série:
leitura ritima
um grande abraço a todos
quarta-feira, 20 de junho de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
quinta-feira, 12 de abril de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
sexta-feira, 30 de março de 2012
sábado, 10 de março de 2012
FALA AÍIII MOÇADA PRIMEIRO DE TUDO QUERO
PEDIR DESCULPAS POR VEZES QUE DEIXO DE ATUALIZAR O BLOG
ONTEM FOI UM DIA DELES. EMFIM VAMOS LÁ, HOJE PREPAREI UM TEMA REFERENTE
AOS VOCAIS, AQUELES QUE GOSTAM DE CANTAR, QUEM DIZ QUE PRA CANTAR É SÓ ABRIR A BOCA E MANDAR BALA O NEGOCIO É TOTALMENTE OUTRO NA VERDADE PRECISAMOS ATENTAR COM A NOSSA VOZ, ISSO REQUER EDUCAÇÃO NO QUE DIZ RESPEITO AO ESTUDO TEORIOCO E PRATICO, ENTÃO VAMOS LÁ:
Apoio Diafragmático - Exercícios Vocais
Por Luciana Fratelli
Este
tipo de exercício é muito interessante, pois tem várias aplicações.
Quando trabalhamos a voz com exercícios semelhantes a este, trabalhamos
muito a musculatura abdominal e, conseqüentemente, o apoio.
Aperfeiçoamos também a afinação, pois não há como transportar a voz de
uma nota à outra devido ao curto tempo de emissão. Enfim, exercitamos a
nossa articulação, pois se faz necessário concentrar-se muito na
abertura da boca e na posição da língua e do palato, pois o sucesso do
exercício depende muito do bom funcionamento da articulação.
Como exercitar:
· Poste-se à frente de um espelho (de preferência de corpo inteiro, senão um que dê para ver o rosto até a região abdominal)
· Abra
bem a boca e simule um bocejo. Perceba a sensação do palato mole sendo
esticado (depois do céu da boca, aquela região "mole", onde geralmente
sentimos a irritação nos casos de inflamação da garganta). Vá procurando
esticar o palato sem o bocejo, você está explorando e conhecendo seu
aparelho vocal.
· Mantenha a língua abaixada
· Quando estiver com o palato alto (bem esticado, como no bocejo) e língua abaixada, a ponta encostada nos dentes inferiores) emita um sonoro "AAAAAAA".
· Observe
que o palato (a campainha) move-se um pouco, mas o que não pode
acontecer é um movimento no seu pescoço. Repita o exercício e veja se
não houve uma movimentação no pescoço (não pode ser nem de leve).
· Se
houve um movimento, ainda que pequeno no pescoço, pode ser que você
esteja dando um "golpe de glote". Você segura a voz na garganta e solta
ela, com um golpe, abrindo de uma vez a passagem de ar. Isto não pode
acontecer. A forma correta de fazer este exercício exige que você não
faça nenhum movimento nas regiões abaixo do palato, a não ser o
diafragma. É ele quem vai controlar a saída de ar. Abra bem e tente
primeiramente com "Há, há (som de R)". Note que pra fazer o "Há" você
não fecha totalmente o som na garganta. A passagem fica aberta. Vá
fazendo e tirando o som de "R" até conseguir emitir o "AAA" sem golpe de
glote.
· Vá fazendo o "A" aos "soquinhos"
- "A - A - A - A - A - A" Cuidando pra não fechar a voz na garganta,
observe bem o movimento no pescoço. Quando conseguir fazer várias vezes o
"A" cortando o som rapidamente e sem golpe de glote, você está pronto
pro exercício.
Definições sobre a notação musical.
Existem duas peculiaridades na partitura a seguir, dois sinais que definem a forma de emissão do som, que são o "staccato" e o "legato".
O staccato é representado por um ponto sob a cabeça da nota (ou sobre, se estiver invertida) e significa que o som desta nota será executado de forma destacada (rápida e curta) e para emiti-lo no canto, precisamos do apoio diafragmático controlando a emissão de ar.
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O legato é representado por um arco ligando as notas, e as que estiverem contidas no raio deste arco deverão ser emitidas sem interrupção do som, de forma ligada.
Observe
bem estes detalhes ao fazer o exercício, pois a visualização ajuda
muito na hora de executar. É um auxiliar poderoso que nos ajuda a não
cometer erros e não sermos pegos de surpresa. Procure então, mesmo que
não esteja acostumado à leitura, seguir a partitura.
Obs:
1) Lembre-se de utilizar o áudio como referência de afinação.
2) Faça o exercício dentro de sua extensão de conforto.
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quinta-feira, 8 de março de 2012
Uma Breve História do Jazz
Ouvir outros músicos de jazz é de longe a atividade isolada mais importante que você pode fazer para aprender sobre improvisação de jazz. Do mesmo modo que não há palavras que possam jamais descrever como é uma pintura de Monet, nenhuma introdução que eu escreva irá descrever como é o som de Charlie Parker. Embora seja importante para um músico criar seu próprio estilo, isso não deve ser feito em isolamento. Você precisa estar a par do que outros fizeram antes de você.Estando estabelecida a importância de ouvir, a pergunta que fica é: "Que devo ouvir?" O mais provável é que você já tenha alguma noção dos músicos de jazz de que gosta. Geralmente, você pode começar com um músico e a partir dele ampliar o círculo. Por exemplo, o primeiro músico de jazz que eu escutei bastante foi o pianista Oscar Peterson. Depois de comprar uma meia dúzia de discos dele, descobri que também gostava de alguns dos músicos com quem ele tocava, como os trompetistas Freddie Hubbard e Dizzy Gillespie, e comecei a comprar os discos deles também. Daí, ouvindo o pianista Herbie Hancock tocar com Hubbard, descobri uma nova direção a explorar, uma que me levou ao trompetista Miles Davis, e dele ao saxofonista John Coltrane, e esse processo continua até hoje.
Parte do objetivo desta Introdução é tentar guiar você em suas audições. O que se segue é uma breve história do jazz, com menção de muitos músicos e discos importantes. Observe que o assunto história do jazz gerou volumes inteiros. Alguns desses estão listados na bibliografia.
Esta Introdução faz uma rápida apresentação dos principais períodos e estilos do jazz. Há muita superposição nas eras e estilos descritos. As últimas seções sobre história do jazz são baseadas basicamente em princípios desenvolvidos dos anos 40 até os 60. Esta música é às vezes chamada de corrente principal do jazz (mainstream ou straightahead em inglês).
A biblioteca pública de sua cidade pode ser um fonte valiosa para se conhecer músicos com os quais você não está familiarizado. Você também deve trocar discos com amigos. Gravar discos ou CDs para o uso de outras pessoas é obviamente, entretanto, uma violação dos direitos autorais, e isso desvaloriza a recompensa econômica dos músicos. Você deve usar a biblioteca e as coleções de discos de outras pessoas para ter uma ideia do que você gosta e aí sim comprar o que você quiser.
sábado, 3 de março de 2012
MARCEL POWELL
O violão brasileiro ganha mais um luminar. Apesar de seus tenros 23
anos, (Louis) Marcel Powell, o filho do grande Baden Powell nascido em
Paris, não é propriamente um noviço no ramo. Com o pai gravou dois
discos, “Baden Powell e filhos” (quando tinha apenas 15) e “Suite
Afro-Brasileira”, ambos ao lado do irmão, o pianista Philippe Baden.
Este último só foi lançado no Japão, como, aliás, seu primeiro solo,
“Samba novo”, registrado três anos atrás no estúdio AR, da Barra, junto
com os amigos Diogo (filho de João) Nogueira, Claudia (filha de Sylvia)
Telles, Ana Martins (filha de Joyce) e Marcos Suzano, entre outros. Pela
ordem, “Aperto de mão” (Rob Digital) seria seu quarto registro, mas é o
primeiro em que ele se vê retratado com fidelidade. “É o disco que tem
mais a ver comigo”, separa.
O repertório foi escolhido de comum acordo com seu produtor e mentor, o também virtuose no violão João de Aquino, aliás, primo de Baden e grande conhecedor de sua obra. “Sempre tive uma identificação muito grande com o João”, conta Marcel. “Gostei muito do tipo de samba que ele toca em seu disco “Bordões”. Sem a formalidade de dar aulas, o João ficou mais ou menos no lugar do meu pai. Nos encontrávamos às duas da tarde e íamos até às 4 da manhã batendo papo sobre violão e tocando juntos. Ele me deu muitas dicas”, decupa. O cartão de visita do novo mestre, “Aperto de mão”, inventaria admirações de seu executante. A começar pela faixa título, que homenageia Jaime Florence, o Meira, professor de seu pai, co-autor da música com Horondino Silva, o Dino 7 Cordas e Augusto Mesquita. Só que o dolorido samba canção original, sucesso de Isaura Garcia em 1943, foi remodelado com vigor. “Gosto de usar muitas escalas e tenho um ataque de notas rápidas que é a maior diferença em relação ao estilo do meu pai”, define Marcel.
O patriarca ainda é homenageado em “Saudades de Baden”, próximo do samba, arquitetado a partir de um fragmento musical deixado pelo pai, recuperado por João de Aquino. E em “Itanhangá”, choro canção que evoca o bairro onde a família morou no Rio. Mas foi em sua estadia na Alemanha que Marcel decidiu-se pela carreira musical.
- Em princípio, o papai não queria que eu e meu irmão fôssemos músicos. Mas o Philippe ganhou um violão. E eu aos cinco anos estudei violino com professor alemão. Tocava clássico, lia partitura, mas acabei encantado pelo violão. Peguei o instrumento do meu irmão e comecei a praticar. Quando achei que já sabia tocar alguma coisa, chamamos o papai e eu no violão e o Philipe já no piano atacamos de “Yesterday”, dos Beatles. Papai veio, corrigiu minha posição nas cordas, mas não queria ser o meu professor. Dizia não ter paciência para ensinar. Quando viu porém, que o interesse era forte ele se empenhou. Prometeu pegar pesado. E dos 9 aos 18 anos, quando ele faleceu, era aula todo dia, das 9 da manhã até o almoço. Virei escravo do violão.
O jugo paterno deu frutos. Ouça-se “Prelúdio das diminutas”, homenagem a Villa Lobos, feita aos 11 anos em parceria com Baden. “Papai fez a maior parte, só acrescentei uma coisa ou outra”, replica modesto. Do outro mestre, João de Aquino, ele escolheu a ebuliente “Dia de feira” (com Jesus Rocha). Admirador do compositor João Bosco, a quem conheceu numa festa e chegou a pedir um autógrafo, embora tenha ficado tímido para uma aproximação maior, gravou “Desenho de giz” (com Abel Silva). A música saiu de um “Ao vivo” do compositor muito ouvido por Marcel quando estava em temporada no Tahiti. De uma gravação da cantora Leny Andrade com o guitarrista Romero Lubambo ele pescou o samba endiabrado de Ivan Lins “Essa maré” (com Ronaldo Monteiro de Souza), mais um autor de seu altar de admirações. Sua valorização dos compositores tem a ver com a formação musical recebida, onde a criação é o mais importante.
- Acho que a maior gratificação de um autor é escutar sua melodia ser cantada ou assoviada na rua. Só vou me considerar um compositor de verdade quando isso acontecer. Quando disserem ao ouvir uma música: “isso é do Marcel Powell”.
De preferência, Marcel gostaria que sua criação pairasse no tempo como algumas das mais antigas composições arroladas no repertório. Como “Último desejo”, da lavra de Noel Rosa de 1937. Uma gravação do violonista Marco Pereira com a cantora Gal Costa, que ouviu numa turnê na França em 2002, chamou-lhe a atenção para as possibilidades de arranjo da música, a que acrescentou uma pegada vigorosa mas com espaços para reflexão. Já “Rapaz de bem”, escrita por Johnny Alf em 1953, muito antes da bossa nova, ganhou uma releitura de toques vertiginosos que vão descortinando aos poucos a melodia sinuosa. “É uma música atemporal. Parece que foi feita agora, não é datada”, elogia. Por conta de sua formação essencialmente voltada para a MPB, ele revisitou também o clássico “Evocação no. 1”, de Nelson Ferreira, sucesso nacional no carnaval de 1957. “O frevo é um ritmo brasileiro muito forte e pouco divulgado. E ao mesmo tempo é um desafio enorme para o executante”, descreve.
Sua fidelidade à cultura nacional, no entanto, não deságua em xenofobia. Tanto que o tema jazzístico “Round midnight”, do pianista Thelonious Monk (com Cootie Williams e Bernie Hanighen) também foi incluído no CD. “Toda música tem que me dizer alguma coisa. Me deixar excitado ou triste. Quando ouvi meu pai tocando essa música num programa na França comecei a chorar. Ela me emocionou muito”, garante Marcel. Sua releitura do tema tem uma passagem quase seresteira, explorando tanto a pungência quanto o estranhamento do tema em densas camadas de acordes. O CD de MP tem essa duplicidade de intensidade e urgência. “Acho que o ideal é o músico poder dar seu recado no tempo que tiver no palco ou no estúdio para fazer passar a beleza da música, o sentimento colocado nela e sua habilidade como instrumentista”, ensina Marcel Powell. “Aperto de mão” reúne os três quesitos e o consagra como jovem mestre do violão brasileiro.
O repertório foi escolhido de comum acordo com seu produtor e mentor, o também virtuose no violão João de Aquino, aliás, primo de Baden e grande conhecedor de sua obra. “Sempre tive uma identificação muito grande com o João”, conta Marcel. “Gostei muito do tipo de samba que ele toca em seu disco “Bordões”. Sem a formalidade de dar aulas, o João ficou mais ou menos no lugar do meu pai. Nos encontrávamos às duas da tarde e íamos até às 4 da manhã batendo papo sobre violão e tocando juntos. Ele me deu muitas dicas”, decupa. O cartão de visita do novo mestre, “Aperto de mão”, inventaria admirações de seu executante. A começar pela faixa título, que homenageia Jaime Florence, o Meira, professor de seu pai, co-autor da música com Horondino Silva, o Dino 7 Cordas e Augusto Mesquita. Só que o dolorido samba canção original, sucesso de Isaura Garcia em 1943, foi remodelado com vigor. “Gosto de usar muitas escalas e tenho um ataque de notas rápidas que é a maior diferença em relação ao estilo do meu pai”, define Marcel.
O patriarca ainda é homenageado em “Saudades de Baden”, próximo do samba, arquitetado a partir de um fragmento musical deixado pelo pai, recuperado por João de Aquino. E em “Itanhangá”, choro canção que evoca o bairro onde a família morou no Rio. Mas foi em sua estadia na Alemanha que Marcel decidiu-se pela carreira musical.
- Em princípio, o papai não queria que eu e meu irmão fôssemos músicos. Mas o Philippe ganhou um violão. E eu aos cinco anos estudei violino com professor alemão. Tocava clássico, lia partitura, mas acabei encantado pelo violão. Peguei o instrumento do meu irmão e comecei a praticar. Quando achei que já sabia tocar alguma coisa, chamamos o papai e eu no violão e o Philipe já no piano atacamos de “Yesterday”, dos Beatles. Papai veio, corrigiu minha posição nas cordas, mas não queria ser o meu professor. Dizia não ter paciência para ensinar. Quando viu porém, que o interesse era forte ele se empenhou. Prometeu pegar pesado. E dos 9 aos 18 anos, quando ele faleceu, era aula todo dia, das 9 da manhã até o almoço. Virei escravo do violão.
O jugo paterno deu frutos. Ouça-se “Prelúdio das diminutas”, homenagem a Villa Lobos, feita aos 11 anos em parceria com Baden. “Papai fez a maior parte, só acrescentei uma coisa ou outra”, replica modesto. Do outro mestre, João de Aquino, ele escolheu a ebuliente “Dia de feira” (com Jesus Rocha). Admirador do compositor João Bosco, a quem conheceu numa festa e chegou a pedir um autógrafo, embora tenha ficado tímido para uma aproximação maior, gravou “Desenho de giz” (com Abel Silva). A música saiu de um “Ao vivo” do compositor muito ouvido por Marcel quando estava em temporada no Tahiti. De uma gravação da cantora Leny Andrade com o guitarrista Romero Lubambo ele pescou o samba endiabrado de Ivan Lins “Essa maré” (com Ronaldo Monteiro de Souza), mais um autor de seu altar de admirações. Sua valorização dos compositores tem a ver com a formação musical recebida, onde a criação é o mais importante.
- Acho que a maior gratificação de um autor é escutar sua melodia ser cantada ou assoviada na rua. Só vou me considerar um compositor de verdade quando isso acontecer. Quando disserem ao ouvir uma música: “isso é do Marcel Powell”.
De preferência, Marcel gostaria que sua criação pairasse no tempo como algumas das mais antigas composições arroladas no repertório. Como “Último desejo”, da lavra de Noel Rosa de 1937. Uma gravação do violonista Marco Pereira com a cantora Gal Costa, que ouviu numa turnê na França em 2002, chamou-lhe a atenção para as possibilidades de arranjo da música, a que acrescentou uma pegada vigorosa mas com espaços para reflexão. Já “Rapaz de bem”, escrita por Johnny Alf em 1953, muito antes da bossa nova, ganhou uma releitura de toques vertiginosos que vão descortinando aos poucos a melodia sinuosa. “É uma música atemporal. Parece que foi feita agora, não é datada”, elogia. Por conta de sua formação essencialmente voltada para a MPB, ele revisitou também o clássico “Evocação no. 1”, de Nelson Ferreira, sucesso nacional no carnaval de 1957. “O frevo é um ritmo brasileiro muito forte e pouco divulgado. E ao mesmo tempo é um desafio enorme para o executante”, descreve.
Sua fidelidade à cultura nacional, no entanto, não deságua em xenofobia. Tanto que o tema jazzístico “Round midnight”, do pianista Thelonious Monk (com Cootie Williams e Bernie Hanighen) também foi incluído no CD. “Toda música tem que me dizer alguma coisa. Me deixar excitado ou triste. Quando ouvi meu pai tocando essa música num programa na França comecei a chorar. Ela me emocionou muito”, garante Marcel. Sua releitura do tema tem uma passagem quase seresteira, explorando tanto a pungência quanto o estranhamento do tema em densas camadas de acordes. O CD de MP tem essa duplicidade de intensidade e urgência. “Acho que o ideal é o músico poder dar seu recado no tempo que tiver no palco ou no estúdio para fazer passar a beleza da música, o sentimento colocado nela e sua habilidade como instrumentista”, ensina Marcel Powell. “Aperto de mão” reúne os três quesitos e o consagra como jovem mestre do violão brasileiro.
O quinto CD do violonista Marcel Powell, lançado em 2009 pelo selo Rob Digital, produzido pelo amigo e guitarrista Victor Biglione, com arranjos do próprio artista, contém 10 faixas em que interpreta variados estilos musicais, que vão desde Lamartine Babo, de l937, até o jazz atual, passando por clássicos da música popular brasileira.
Denominado “Corda com Bala”, o CD apresenta em violão solo duas composições de seu pai Baden Powell, que se destacam: a primeira um choro-canção, denominado “Chora Violão”, onde o compositor homenageia o colega e virtuoso do instrumento Rafael Rabello, e a segunda – inédita – “Abraço no Trio Elétrico”, feita especialmente para o amigo e bandolinista Armandinho. Esta música é considerada um choro de difícil execução, que nos remete a outros tradicionais, como “Desvairada”, de Garoto, grande compositor e violonista anterior a Baden.
Marcel Powell, nascido em Paris, em l982, mas registrado brasileiro, foi iniciado no violão aos nove anos de idade, tendo Baden como professor. Aos 12 anos, com seu irmão Philippe, no piano, teve a experiência da primeira gravação ao lado de seu pai. Três anos depois, lançaram outro CD em Tóquio, no Japão.
O novo CD de Marcel Powell tem ainda uma faixa de sua autoria, denominada “Lamento Fluminense”, lembrando a cidade Varre-Sai, em que nasceu seu pai. Nas outras nove faixas interpreta autores desde Lamartine Babo – “Serra da Boa Esperança”, quando executa um arranjo em que beira o ritmo afro, sugerido pelo tio-primo João de Aquino. É de se destacar que este, também um virtuoso do violão, foi o responsável pela produção vitoriosa de “Aperto de Mão”, disco anterior de Marcel.
Tom Jobim também marca presença no CD em “O Morro Não tem Vez”, um arranjo em que Victor Biglione brindou o artista ao dar algumas sugestões. Mas uma faixa com “Cry me a River”, de Justin Timberlake, sucesso na voz da cantora Diana Krall, entrou no repertório sem estar prevista. Não foi por acaso, portanto, que Marcel, admirador da música, foi muito feliz ao remodular o arranjo para uma pegada violonística bem brasileira, de leves sotaques jazzísticos, com direito a um excelente solo do baterista Sandro Araújo, seu freqüente companheiro nos shows.
Com igual esmero completam o CD “O Dia em que Faremos Contato”, de Lenine (conta Marcel que teve a idéia de aproveitá-la em uma faixa, “porque nunca ouvi gravação instrumental de uma música deste compositor nordestino”), “Lamento Sertanejo”, de Gilberto Gil e Dominguinhos, e “Feira de Mangaio”, de Sivuca e Glória Gadelha - um “pout-pourri”, onde o instrumentista demonstra incomparável virtuosismo, que podemos afirmar ser fruto de suas aulas com o mestre Baden.
Com este CD, sem dúvida nenhuma, Marcel Powell, sem esquecer suas raízes, enfatiza com o seu violão um caminho profissional autêntico, sem rótulos ou comparações com outros igualmente virtuosos do instrumento. Também é lícito destacar a atuação invulgar do baixista André Neiva, que já acompanhou renomados artistas como João Bosco, Leo Gandelman e Márcio Montarroyos, entre outros, e do baterista Sandro Araújo, que também já atuou com Sivuca, Dominguinhos e Hermeto Pascoal, que dão brilho especial na formação do trio neste CD.
Para divulgar seu novo CD, Marcel Powell vai cumprir extensa tournée, com apresentações em várias cidades pelo Brasil, viajando depois para França, Itália, Espanha, Áustria, Alemanha e Japão.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
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